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Cresce a adesão por planos de sucessão empresarial no Brasil, diz PWC

por Rodrigo Campelo
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O plano de sucessão empresarial tem como objetivo entregar a responsabilidade e direitos pela firma para alguém, na troca da estrutura administrativa ou societária do empreendimento. E de acordo com a pesquisa Global de Empresas Familiares, da PwC, em 2022, 67% da próxima geração de brasileiros admitem a existência de um plano de sucessão para os negócios da família.

Dentro desse cenário, o Grupo Toro, empresa de soluções corporativas, vislumbra e considera o papel importante do planejamento sucessório, no qual pode assegurar o equilíbrio de um negócio, patrimônio ou organização familiar, evitando problemas futuros e sendo, assim, essencial para a estabilidade de um empreendimento, principalmente quando ocorre a saída ou o falecimento da pessoa líder ou fundadora.

Na opinião do CFO do Grupo Toro, Gabriel Scavone Barreirinhas, essa estratégia busca organizar e antecipar a sucessão de poder e gestão, garantindo que os ativos sejam transferidos de modo eficiente e sem impactos negativos para os herdeiros, sócios, colaboradores e a própria empresa. “Um planejamento desse bem executado traz a minimização de riscos tributários e financeiros, já que pode ajudar a reduzir os impactos tributários associados à transferência de ativos, evitando que a carga tributária comprometa a estabilidade financeira dos negócios e dos herdeiros”, afirma Scavone.

Ainda de acordo com o CFO, com esse planejamento antecipado, é possível evitar conflitos, fomentar desenvolvimento de talentos e capacitação, maior confiança de parceiros e investidores, e adaptação às mudanças do mercado, e mais. Isso porque um planejamento sucessório abrange todos esses pontos, precavendo o negócio de certos riscos.

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O CEO do Grupo Toro, Rynã Folchini, explica como: “Em uma estratégia como essa, os herdeiros e familiares envolvidos têm clareza sobre suas responsabilidades, participação na empresa e distribuição de ativos, o que minimiza possíveis disputas e mal-entendidos”. Para Folchini, ao planejar a sucessão, é possível preparar a próxima geração para assumir papéis de liderança, fornecendo treinamentos e capacitação para consolidar a continuidade das competências-chave.

A respeito da maior confiança de investidores e parceiros e da adaptação às mudanças do mercado, o CEO do grupo destaca que as empresas com o planejamento sucessório sólido tendem a ser mais confiáveis na visão de investidores e parceiros comerciais, o que pode facilitar a obtenção de recursos e oportunidades de crescimento, além de terem mais resiliência em se adaptar a novos desafios do mercado, se mantendo relevante após a saída do fundador ou líder vigente.

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