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Digitalização amplia negócios de pequenos comerciantes de alimentos e bebidas

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São Paulo, SP 10/8/2021 – A pandemia mostrou que a venda digital é um caminho sem volta.

Durante a pandemia, a digitalização dos pequenos comércios foi essencial para manter vivos os negócios. Os marketplaces cresceram e se especializaram com vendas por meio de plataformas simples de usar e que ajudaram os lojistas a expandirem sua atuação digital através do e-commerce. Dados da Abcomm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico) apontam uma alta de 68% de todo o e-commerce no país em 2020.

No caso dos pequenos varejos, o comércio virtual não só sustentou os negócios como veio para ficar. É o caso da Sandra Quintas, 52 anos, que conseguiu ampliar seu negócio no auge da primeira onda da pandemia, utilizando o ecossistema Wabi, que reúne quatro plataformas para pequenos varejos de alimentos e bebidas, especialmente aqueles que não estavam digitalizados antes da pandemia.

Uma parte do espaço do restaurante da empresária, o D’Forno, localizado no bairro Sacomã/Ipiranga, na Zona Sul de São Paulo, foi adaptada para vender produtos de mercearia. “Passamos a comercializar alimentos e bebidas industrializados através do aplicativo Wabi Casa, uma plataforma de delivery que funciona de forma similar ao Uber”, explica Sandra. O consumidor entra no aplicativo, faz o pedido e o primeiro pequeno varejo da região que aceitar fica com a venda e a responsabilidade da entrega. O frete não é cobrado ao cliente.

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Para Sandra, entrar no aplicativo logo no início do isolamento social salvou seu negócio. Em março deste ano, toda sua família foi contaminada pela Covid-19 e alguns foram hospitalizados. “Nesse momento, precisei fechar o restaurante, mas a mercearia continuou “bombando”. O aplicativo foi minha única fonte de renda”, afirma ela, que faz de 60 a 70 entregas por dia, o que aumentou seu faturamento mensal em 50%.

Indo ao encontro desta demanda crescente e ampliando a oferta de produtos no ecossistema, surge mais uma alternativa, o Wabi Foods, criado para que bares e restaurantes também vendam pela plataforma. A solução permite que comerciantes, microempreendedores e grandes marcas digitalizem seus produtos de forma ágil e sem burocracia.

O serviço está disponível para bares e restaurantes do Rio de Janeiro e São Paulo. No aplicativo Wabi, os comerciantes têm apenas a responsabilidade de receber os pedidos e providenciar a entrega.

Uma vez ativo na plataforma, o restaurante ganha um ícone dentro do aplicativo Wabi. A partir daí, o acesso dos consumidores é simples, basta baixar o app, informar o endereço local, escolher o bar ou restaurante, fazer o pedido e aguardar a entrega. O valor do frete será definido por cada loja.

“É mais uma alternativa para acessar pequenos estabelecimentos locais e também grandes redes de fast food. Como a venda de produtos industrializados já está consolidada no ecossistema Wabi, resolvemos expandir para bares e restaurantes. A pandemia mostrou que a venda digital é um caminho sem volta. Ficou muito evidente a necessidade de o setor tradicional do varejo migrar para o ambiente online e entendemos que nossa missão é contribuir fornecendo ferramentas para que todos prosperem”, afirma Carla Papazian, gerente geral do Wabi Brasil.

Para mais informações: www.EuMeCuidoComWabi.com

Website: http://www.EuMeCuidoComWabi.com

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São Paulo, SP 10/8/2021 – A pandemia mostrou que a venda digital é um caminho sem volta.

Durante a pandemia, a digitalização dos pequenos comércios foi essencial para manter vivos os negócios. Os marketplaces cresceram e se especializaram com vendas por meio de plataformas simples de usar e que ajudaram os lojistas a expandirem sua atuação digital através do e-commerce. Dados da Abcomm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico) apontam uma alta de 68% de todo o e-commerce no país em 2020.

No caso dos pequenos varejos, o comércio virtual não só sustentou os negócios como veio para ficar. É o caso da Sandra Quintas, 52 anos, que conseguiu ampliar seu negócio no auge da primeira onda da pandemia, utilizando o ecossistema Wabi, que reúne quatro plataformas para pequenos varejos de alimentos e bebidas, especialmente aqueles que não estavam digitalizados antes da pandemia.

Uma parte do espaço do restaurante da empresária, o D’Forno, localizado no bairro Sacomã/Ipiranga, na Zona Sul de São Paulo, foi adaptada para vender produtos de mercearia. “Passamos a comercializar alimentos e bebidas industrializados através do aplicativo Wabi Casa, uma plataforma de delivery que funciona de forma similar ao Uber”, explica Sandra. O consumidor entra no aplicativo, faz o pedido e o primeiro pequeno varejo da região que aceitar fica com a venda e a responsabilidade da entrega. O frete não é cobrado ao cliente.

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Para Sandra, entrar no aplicativo logo no início do isolamento social salvou seu negócio. Em março deste ano, toda sua família foi contaminada pela Covid-19 e alguns foram hospitalizados. “Nesse momento, precisei fechar o restaurante, mas a mercearia continuou “bombando”. O aplicativo foi minha única fonte de renda”, afirma ela, que faz de 60 a 70 entregas por dia, o que aumentou seu faturamento mensal em 50%.

Indo ao encontro desta demanda crescente e ampliando a oferta de produtos no ecossistema, surge mais uma alternativa, o Wabi Foods, criado para que bares e restaurantes também vendam pela plataforma. A solução permite que comerciantes, microempreendedores e grandes marcas digitalizem seus produtos de forma ágil e sem burocracia.

O serviço está disponível para bares e restaurantes do Rio de Janeiro e São Paulo. No aplicativo Wabi, os comerciantes têm apenas a responsabilidade de receber os pedidos e providenciar a entrega.

Uma vez ativo na plataforma, o restaurante ganha um ícone dentro do aplicativo Wabi. A partir daí, o acesso dos consumidores é simples, basta baixar o app, informar o endereço local, escolher o bar ou restaurante, fazer o pedido e aguardar a entrega. O valor do frete será definido por cada loja.

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