As feiras são excelentes locais para conhecer, ampliar network e fechar negócios. E realmente foi. Os empreendimentos montaram stands muito atraentes e se organizaram para a divulgação das empresas, dos produtos e claro dos serviços. O perfil das feiras foi bem diferente entretanto pode-se perceber a geração de oportunidades com a seleção de fornecedores, atualização das novidades no mercado, prospecção de clientes, obtenção de treinamento, conhecimento e networking. Mas quais foram as percepções das feiras de shopping e de franquias deste ano?
A primeira delas que se destacou foi a diferença do estilo de cada uma delas. A feira de Shopping Centers da Abrasce estava focada nos fornecedores e no networking do setor enquanto a de Franquias da ABF focada exclusivamente na venda de franquias e o foco no público final.
A feira de Shopping Center da Abrasce
Havia pouca novidade para o cliente final. Apenas 2 shoppings apareceram com conceitos diferentes. O Shopping da Alegria de Várzea Paulista trouxe o espírito do empreendimento para o stand. A garota propaganda nada mais é do que a dona do empreendimento que esteve lá e fez diversas dinâmicas com as pessoas que passavam. Se posicionou de forma alegre e divertida.
Os outros destaques da feira de shopping estava na falta da presença da BR Malls que foi comprada pela Aliansce Sonae. e com isso pode-se perceber que existe um plano para o futuro das administradoras.
A novidade aconteceu com o lançamento do shopping mineiro Espaço 356 em Belo Horizonte, que vem com uma estratégia de entrenimento associado a boa gastronomia, moda, acessórios e serviços com espaços para shows e eventos. Na definição da equipe “o Shopping 356 é mais do que um shopping”, reforça o diretor da GSA Ativos Felipe Bacelar.
Enquanto isso na feira de Franquias da ABF
No mesmo pavilhão acontecia a feira de franquias da ABF com um tom bem diferente. Focada na experiência do clientes e venda de franquias as franqueadoras não pouparam para atrair o olhar do consumidor final. Foi perceptivel a busca pelo encantamento das franqueadoras.
Outro ponto relevante foram as poucas operações com experiência e foco em Shopping Center. A grande maioria estava focada em pontos de rua. Para shoppings das 450 marcas que participavam da feira, a equipe da Negócio e Franquia acredita que menos de 10% das operações tinham capacidade de criar operações para funcionar dentro de empreendimentos. Para o coordenador de especialização em Gestão de Franquias da PUC Minas, Rodrigo Campelo, lojista para ter operação em shopping center tem que estar maduro e conhecer muito do seu negócio. “Ter habilidade em seguir regras não só da franqueadora como dos shoppings. Não é para qualquer um. Shopping Center não é lugar para testar”, reforça Campelo.
O fato é que feiras continuam sendo um bom local para conhecer, interagir e ampliar o conhecimento e networking. É a oportunidade de ver diversas marcas e ter acesso a novidades.
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